
Depois de um trabalho literalmente massante de 3 semanas de filmagem em NY, 40 animadores e 2.5 toneladas de massinha de modelar… a sony lança o 3º comercial de Bravia - Play-Doh, da série “Colours like no other”. Todinho em stop-motion! Vale a pena conferir! Tô chocada até agora.
Aproveitando o assunto do post anterior …
A agência Lowe da Africa do Sul também apostou no humor negro para uma campanha eficiente sobre uma questão chata: Anti-Tabagismo.
A campanha assina: “Não fume. Existem jeitos melhores de morrer.”


Acho que o quadrado está virando moda nos conceitos ultimamente. Está rolando há um tempo a campanha bizarra do carro Scion want2bsquare com filmes muito loucos de pessoas com cabeças quadradas, animações de crianças quadradas e uma tranformação de uma moça num quadrado…

Agora a Nike lançou uma campanha see square, para um equipamento novo de golf que promete ser tão preciso que o campo se transforma em quadrados.

Depois de uma overdose de bolas que tivemos há um tempo atrás, será que deveríamos investir no triângulo agora?

Lembra quando era adolescente, chegava na escola com uma espinha gigante e passava o dia achando que todo mundo estava olhando e comentando? A MTV também lembra! Criou uma campanha com uma série de animações com personagens caracterizando justamente esses “detalhezinhos” que tanto incomodavam, numa fase em que qualquer fato poderia significar uma exclusão total.
Vale a pena conferir os vídeos e o site.
Vídeo 2
Vídeo 3
Vídeo 4
Vídeo 5
Vídeo 6
Não sou skatista, mas se fosse compraria esse carro!
[video]http://www.youtube.com/watch?v=ziL6X8z7XHE[/video]
Já imaginou como seria uma cena de Pulp Fiction feita somente com texto?
[video]http://www.youtube.com/watch?v=syf8olcM0z4[/video]
Normalmente os ativistas politicamente corretos, que criticam o capitalismo e a propaganda, são chatos e inconvenientes. Mas achei bem interessante esta ação de guerrilha: The People Project.
Rótulos e embalagens criados por artistas plásticos foram clandestinamente espalhados em produtos dos supermercados e lojas de departamento por shopdroppers.

O objetivo do projeto é informar a ligação da mão-de-obra com o produto. Cada novo rótulo conta a história de uma pessoa real que trabalhou para que você possa comprar o determinado item.
Ex: A embalagem de uma lâmpada mostra um menino que trabalha 12 horas por dia numa fábrica na Índia para sustentar a família.

Resta saber até onde os consumidores se sensibilizam com a nova embalagem e deixam de comprar o produto ou simplesmente esquecem a mensagem ao passar para o próximo ítem da lista de compras.
[video]http://www.youtube.com/watch?v=lWWKBY7gx_0[/video]
Mais análises da vida em: http://indexed.blogspot.com/

Recentemente vi o filme Pirates of the Silicon Valley, que conta como foram criadas a Apple e a Microsoft.
Supostamente baseado em fatos reais, o filme mostra o surgimento dos impérios de Steve Jobs e Bill Gates.
Não sei até onde vai a verdade, mas é interessante pra saber quem “roubou” as idéias de quem e quem criou o quê.
Porém, por essas fotos, podemos entender que a suposta briga dos gênios pode ser apenas fachada para aumentar a quantidade de fans e a fortuna dos ratos do silício. Estou achando que os caras são “brothers” e riem de nós no eterno conflito Mac vs PC.
Um deve ligar pro outro à noite e dizer:

PS: Alguém arrisca um palpite de quem seria o Pinky?

Na Veja dessa semana, o Diogo Mainardi deu uma trégua aos politicos e resolveu meter o pau num dos meus ídolos – Joseph Barbera, dos estúdios Hanna-Barbera. Um dos criadores de dezenas de desenhos animados que fizeram parte da nossa geração. Ele culpou as animações por suas falhas intelectuais e cerebrais, apenas pelo fato dos cenários se repetirem e alguns personagens mexerem somente a cabeça. E ainda achou um absurdo que ninguem notava. Claro! Os roteiros são incríveis! Quem ia prestar atenção numa pedra que se repete no fundo do cenário?
Seguindo essa lógica, em South Park por exemplo, a simplicidade da animação não tira a genialidade da obra. Numa análise mais ousada, eu diria que South Park é um dos “filhos” de Hanna-Barbera.
Enfim, há muito tempo sabemos que o Mainardi tem graves problemas mentais. Só não precisava culpar os Flintstones por isso.